Ladrões de bicicletas

Hoje fui roubado! Como de costume nos últimos tempos tenho andado de bicicleta diariamente e apesar de ser uma dobrável deixo-a sempre no hall do prédio, quer em casa quer no escritório, em local que não estorva ninguém mas que me facilita a vida e evita que ande sempre com a bicla ao colo.

Hoje fui roubado! À hora de almoço ainda lá estava, ao fim do dia a minha Coluer Transit Lovers branca, igual à da imagem, foi roubada. O ladrão é tão burro que cortou o cadeado e nem percebeu que me esqueci da chave no cadeado. Podia ter poupado este trabalho e já agora ainda tinha ganho um cadeado, o boi.

Se vos tentarem vender uma bicicleta igual a esta ou se virem uma à venda em situação suspeita, digam-me por favor. Já tem três anos de uso e é minha e eu gosto dela e sinto-lhe a falta e não estava nada na disposição de ter que comprar outra. 🙁

Aqui está outra fotografia dela.

p.s. deve ter ainda três coisas penduradas que a distinguem: um suporte de cadeado no garfo do guiador e dois suportes de luz, um no guiador e outro debaixo do banco (este ultimo passa bastante despercebido).

 

 

A aventura da bicicleta

Não fosse a possibilidade de alugar a bicicleta antes de comprar e as dúvidas ainda iam persistir por mais tempo. Mas os senhores da loja são simpáticos e praticam esta modalidade. E assim dei por mim a ciclar por Lisboa, ainda nos passeios e tal, mas já a pedalar. E que bom que está a ser, mesmo com alguma chuva.

Já comprei o cadeado, a bomba de ar e o capacete (um capacete de skater, preto).

E mesmo não tendo acabado ainda o fim-de-semana, posso dizer-vos que ando feliz. Ciclar é mesmo um prazer e agora já não preciso de esperar por Copenhaga para o fazer. Estão a ver que cosmopolita vos saí: ai e tal eu andar de bicicleta é mais em Copenhaga. Agora também o vou fazer em Lisboa e já ando a ver as ciclovias e os espaços mais agradáveis, onde possa levar a pita também.

É claro que Lisboa tem muitas subidas… mas a isso também correspondem belas descidas. E se ontem subi ao Bairro Alto em esforço e com ela pela mão mais de metade do caminho, também o desci com o vento nos (raros) cabelos. E alegremente passo por muitos outros ciclistas. Portanto vamos lá a deixar o preconceito e pedalar em Lisboa. Ao fim de algumas subidas já o percurso Cais-do-Sodré : Campo Grande será uma brincadeira de crianças.

E pronto… vou almoçar e dar mais umas pedaladas por aí que isto sabe mesmo bem.