Sobre a organização da tralha

Aproveito a apresentação que Bruce Stearling fez na Reboot para partilhar convosco a forma como devemos reorganizar as coisas, a tralha, a colecção que vamos fazendo ao longo da vida e tornar tudo mais simples.

O processo não se anuncia simples… e a vontade que tenho de o fazer é tanta… o pior é o resto. Mas aqui vai.

Segundo o senhor, toda a nossa “tralha” deve ser dividida em 4 categorias, apenas 4, nada mais que 4:

. Beautiful Things

. Emotional Things

. Tolls, appliances, etc

. Everything Else

Talvez já começem a desconfiar do destino natural da 4ª categoria. Mas vamos por partes.

Beautiful Things

As coisas lindas que temos e que gostamos de mostrar aos amigos quando nos visitam. Coisas que podemos usar para fazer “inveja”: vês como sou um gajo com bom gosto?

Se for mais ou menos bonito, ou quase bonito ou outra coisa qualquer… não serve.

Emotional Things

Aquilo que nos fica e com o qual temos uma relação e sobre a qual podemos contar uma história. Não tem história? Era apenas uma jarra velha da bisavó e nem sequer está visivel e na primeira categoria? Não serve. Fotografem de todos os ângulos e cataloguem se quiserem… mas deve ir para a 4ª categoria.

Tolls, appliances, etc

Aqui entra tudo o que nos serve para fazer algo que se veja. Não serve? Nunca foi usado? Está avariado e à espera de servir para peças? Funciona mal e berramos sempre que usamos porque só nos atrapalha? Não serve. Comprem novo e muito bom do que usam efectivamente. O resto… 4ª categoria.

Everything Else

Vendam no ebay, dêem para a quermesse, reciclem, ponham à porta de casa, ofereçam nos anos… qualquer coisa… mas livrem-se deles. Se quiserem cataloguem e fotografem antes de os fazerem desaparecer… mas LIVREM-SE DELES!

Eu acrescentaria uma outra forma de arrumar nesta categoria. É uma caixa fechada à mais de 5 anos? Não serve para nada. É deitar fora sem abrir.

E pronto. Foi isto. Agora vou começar o processo de evangelização aqui em casa porque tenho aqui umas necessidades de espaço.

E tu? Terias coragem?