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	<title>Create Notion</title>
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	<description>life design: cidades, cidadania, mobilidade, sustentabilidade, ideias</description>
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		<title>Twittar as compras?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 22:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao fazer as habituais compras no Continente Online, reparo que na página de cada produto temos a possibilidade de o partilhar com o mundo: por email, no Twitter ou no Facebook. Pela cabeça passou-me um grande WTF??? E depois de alguns twets e trocas de ideias não muito conclusivas fico na dúvida da utilidade desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.activemedia.pt/wp-content/uploads/2010/08/Screen-shot-2010-08-14-at-11.02.38-PM.png" rel="lightbox[2422]"><img title="Screen shot 2010-08-14 at 11.02.38 PM" src="http://blog.activemedia.pt/wp-content/uploads/2010/08/Screen-shot-2010-08-14-at-11.02.38-PM.png" alt="" width="477" height="317" /></a></p>
<p>Ao  fazer as habituais compras no <a href="http://www.continente.pt/" target="_blank">Continente Online</a>, reparo que na página  de cada produto temos a possibilidade de o partilhar com o mundo: por  email, no Twitter ou no Facebook. Pela cabeça passou-me um grande WTF???</p>
<p>E depois de alguns twets e  trocas de ideias não muito conclusivas fico na dúvida da utilidade desta  partilha e a pensar que já estamos a entrar na época do desvario. Que  razão me leva a mim a querer mostrar ao mundo a minha lista de compras? Que utilidade e mais valia pode ter isto para a marca? Quantas pessoas usam isto no processo normal de compra? Estamos perante um trend antecipadissimo no tempo?</p>
<p>E ainda por cima está mal feito: aquilo que manda para o twitter é o url inteiro do produto, sem o passar por um shortner, e sem sequer lhe acrescentar uma mensagem que desse sentido a isto, como por exemplo: &#8220;Recomendo este artigo no Continente Online&#8221; ou &#8220;Alguém recomenda isto?&#8221; ou &#8220;Grande preço&#8221;&#8230; um contexto qualquer porque assim não dá e parece mesmo um desvario de moda.</p>
<p><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/08/Screen-shot-2010-08-14-at-10.54.09-PM.png" rel="lightbox[2422]"><img class="alignnone size-full wp-image-2424" title="Screen shot 2010-08-14 at 10.54.09 PM" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/08/Screen-shot-2010-08-14-at-10.54.09-PM.png" alt="" width="463" height="139" /></a></p>
<p>Mas pronto&#8230; se alguém me ajudar a perceber a finalidade/utilidade desta partilha agradeço. E agradeço também ao <a href="http://twitter.com/radarSAPO" target="_blank">RadarSapo</a> pela ajuda na divulgação.</p>
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		<title>Lisboa a mexer</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 22:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
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		<description><![CDATA[A edição de verão da Monocle (que ainda não me chegou às mãos) traz a sua habitual lista de melhores cidades para viver e Lisboa volta a constar no último lugar da lista, 25º. É o último mas fora da lista ficam muitas cidades famosas e grandes que se julgariam com lugar cativo nos primeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/06/lisboa.jpg" rel="lightbox[2412]"></a><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/06/Monocles-Top-25-Most-Liveable-Cities-2010.jpg" rel="lightbox[2412]"><img class="size-medium wp-image-2415 alignnone" title="Monocles-Top-25-Most-Liveable-Cities-2010" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/06/Monocles-Top-25-Most-Liveable-Cities-2010-300x167.jpg" alt="" width="300" height="167" /></a></p>
<p>A edição de verão da <a href="http://www.monocle.com" target="_blank">Monocle</a> (que ainda não me chegou às mãos) traz a sua habitual <a href="http://www.psfk.com/2010/06/top-25-most-liveable-cities-2010.html" target="_blank">lista de melhores cidades para viver</a> e Lisboa volta a constar no último lugar da lista, 25º. É o último mas fora da lista ficam muitas cidades famosas e grandes que se julgariam com lugar cativo nos primeiros lugares.</p>
<p><span id="more-2412"></span>Na edição de 2009 este 25º lugar foi justificado com as alterações previstas para a cidade e o potencial ainda latente em termos de facto uma boa cidade. E se duvidam que dentro de poucos anos podemos mesmo chegar a lugares mais cimeiros, comecem a reparar em pequenas alterações que vão surgindo e tornando esta cidade mais cosmopolita e agradável:</p>
<p>. jardins arranjados e com quiosques e esplanadas um pouco por todo o lado, e a recuperação de espaços abandonados, nomeadamente Miradouros escondidos;</p>
<p>. novos cafés e restaurantes e espaços de lazer onde a qualidade de serviço, a decoração e a oferta se estão a distinguir pela positiva;</p>
<p>. a renovação do comercio local com novos espaços que trazem tanto de tradicional como de inovador, geridos por uma nova geração mais atenta e disposta a mudar as regras do jogo;</p>
<p>. espaços de estacionamento para bicicletas e motorizadas libertando os passeios;</p>
<p>. cada vez mais bicicletas na cidade;</p>
<p>. o recente acordo de libertação da zona ribeirinha a favor da cidade;</p>
<p>. a modernização do metro e a aposta da Carris em novos meios e novas rotas.</p>
<p>Pode parecer pouco e olhando para tudo o que falta fazer na cidade, é pouco. Mas é um principio e este hábito de só fazer o grande ignorando o pequeno é algo que temos que mudar.</p>
<p>A mim cada vez mais me agrada viver em Lisboa e vendo a cidade a mexer ainda mais vontade tenho de cá continuar. E acreditem-me, Lisboa pode facilmente ser uma grande cidade, sustentável, móvel, ecológica, acessível e amigável.</p>
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		<title>TV Digital &#8211; coisas realmente interessantes</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 21:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>
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		<description><![CDATA[De cada vez que passa um anúncio de uma qualquer plataforma de tv digital penso sempre que me estão a vender funcionalidades técnicas que pouco ou nada acrescentam à minha felicidade quando há outras que podiam fazer realmente a diferença para o utilizador. É nitidamente um produto que pensa mais no engenheiro que o concebeu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/05/old-tv.jpg" rel="lightbox[2402]"><img class="size-full wp-image-2403 aligncenter" title="Grunge vintage television" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/05/old-tv.jpg" alt="" width="241" height="286" /></a></p>
<p>De cada vez que passa um anúncio de uma qualquer plataforma de tv digital penso sempre que me estão a vender funcionalidades técnicas que pouco ou nada acrescentam à minha felicidade quando há outras que podiam fazer realmente a diferença para o utilizador. É nitidamente um produto que pensa mais no engenheiro que o concebeu que no gajo que o vai usar.</p>
<p>Por isso, eu, usador da coisa, deixo aqui de borla 2 ou 3 coisas que seriam realmente interessantes para a minha tv digital:</p>
<p><span id="more-2402"></span>. Promos dos programas</p>
<p>Sempre que dá um anuncio de um filme ou serie a anunciar o dia e hora a que vai dar apetece-me clicar no botão e dar ordem de gravação. A promos passariam a funcionar tipo banner, com acções associadas. E sim, poupar-me-iam horas de navegação pelo EPG a procurar o programa e a dar a dita ordem.</p>
<p>. Audio alternativo</p>
<p>Outro dia descobri que o Euronews emite dois canais de audio: o original e o alternativo, em português. Pensando nos mais velhos que já não conseguem acompanhar a leitura das legendas, ou nos mais novos que ainda não sabem ler, podiam ser emitidas programas com o audio original e a versão dobrada. E cada um escolhia a sua.</p>
<p>. Legendas dos programas</p>
<p>Por questões de acessibilidade, a introdução das legendas através da box levaria os programas em português a todos aqueles que não ouvem mas podem ler. E não só. Como tenho tv no quarto, muitas vezes não posso ver programas nacionais para não ter o som audível. Mas posso ver programas estrangeiros porque têm legendas.</p>
<p>Além destas coisas, era bom que os EPG&#8217;s estivessem realmente certos no inicio e fim dos programas para que as gravações não viessem cheias de lixo antes e ficassem cortadas no fim.</p>
<p>E prontus&#8230; como diz o povo.Era só isto. Deixem lá a porra do multi-cam, dos jogos de futebol interactivos, do 3D, dos mosaicos e outras porras sem o mínimo interesse e que ninguém usa porque aquilo que queremos efectivamente fazer é bezerrar em frente ao aparelho, tal como foi pensado no inicio dos tempos.</p>
<p>Nada mais.</p>
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		<title>Parábola da salvação</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 08:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história seguinte não é minha claro, mas não resisto a transcrever e partilhar porque se pensarmos bem ela explica muito da nossa realidade: Start with a cage containing five monkeys. Inside the cage, hang a banana on a string and place a set of stairs under it. Before long, a monkey will go to [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história seguinte não é minha claro, mas não resisto a transcrever e partilhar porque se pensarmos bem ela explica muito da nossa realidade:</p>
<blockquote>
<div>Start with a cage containing five monkeys.</p>
<p>Inside  the cage, hang a banana on a string and place a set of stairs under it.  Before long, a monkey will go to the stairs and start to climb towards the  banana. As soon as he touches the stairs, spray all of the other monkeys with  cold water.</p>
<p>After a while, another monkey makes an attempt with the same  result &#8211; all the other monkeys are sprayed with cold water. Pretty soon,  when another monkey tries to climb the stairs, the other monkeys will try  to prevent it.</p>
<p>Now, put away the cold water. Remove one monkey from  the cage and replace it with a new one. The new monkey sees the banana and  wants to climb the stairs. To his surprise and horror, all of the other  monkeys attack him.</p>
<p>After another attempt and attack, he knows that if  he tries to climb the stairs, he will be assaulted.</p>
<p>Next, remove  another of the original five monkeys and replace it with a new one. The  newcomer goes to the stairs and is attacked. The previous newcomer takes part  in the punishment with enthusiasm! Likewise, replace a third original monkey  with a new one, then a fourth, then the fifth.</p>
</div>
<div>Every time the newest monkey  takes to the stairs, he is attacked.</p>
<p>Most of the monkeys that are beating  him have no idea why they were not permitted to climb the stairs or why they  are participating in the beating of the newest monkey.</p>
<p>After replacing  all the original monkeys, none of the remaining monkeys have ever been  sprayed with cold water. Nevertheless, no monkey ever again approaches the  stairs to try for the banana. Why not? Because as far as they know that&#8217;s the  way it&#8217;s always been done round here.</p>
</div>
</blockquote>
<p>Parábola da salvação!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os tugas não estão bem!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O título roubei-o à minha amiga Sónia que me deu a inspiração e a clarividência. Os tugas não estão bem! Não sei se as cinzas desceram por aí abaixo e nos deixaram delirantes, se foi o inverno rigoroso e a falta de sol e a chuva a mais que o normal, se as estações do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/83manicomio.jpg" rel="lightbox[2390]"><img class="alignnone size-full wp-image-2392" title="83manicomio" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/83manicomio.jpg" alt="" width="379" height="283" /></a></p>
<p>O título roubei-o à minha amiga Sónia que me deu a inspiração e a clarividência.</p>
<p>Os tugas não estão bem! Não sei se as cinzas desceram por aí abaixo e nos deixaram delirantes, se foi o inverno rigoroso e a falta de sol e a chuva a mais que o normal, se as estações do ano todas baralhadas com 3 dias de verão e 5 de inverno. Mas é verdade&#8230; os tugas não estão bem!</p>
<p>E tenho a certeza disto porque nas últimas semanas tenho visto tanta mas tanta estupidez, tanta indigência mental, tanto desvario, tanto desatino, que só pode ser causa de algum elemento externo à nossa vontade que nos tolda o raciocinio e a clarividência.</p>
<p>E todos os dias penso que isto só lá vai com choques eléctricos, purgas, sanguessugas, sangrias e acima de tudo&#8230; porrada! Nunca um país precisou tanto de porrada a ver se toma tino! Daquela de criar bicho!</p>
<p>Amanhã é outro dia! Mas não se esperam melhoras repentinas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Viajar é uma urgência!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 16:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>
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		<description><![CDATA[“Travel is fatal to prejudice, bigotry, and narrowmindedness.” - Mark Twain A notícia que saiu hoje no i relembrou-me uma ideia recorrente: se eu fosse presidente da junta obrigava toda a gente a viajar, não para os resorts de Porto Galinhas, mas para os países a sério que para terceiro mundo já basta. Naturalmente por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“Travel is fatal to prejudice, bigotry, and narrowmindedness.”<br />
- Mark Twain</p></blockquote>
<p>A <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/55842-jovens-e-reformados-vao-ter-subsidio-viajar-na-europa" target="_blank">notícia</a> que saiu hoje no i relembrou-me uma ideia recorrente: se eu fosse presidente da junta obrigava toda a gente a viajar, não para os resorts de Porto Galinhas, mas para os países a sério que para terceiro mundo já basta.</p>
<p><span id="more-2378"></span>Naturalmente por países a sério eu entendo aqueles do norte, onde se passa frio e há pouca luz, mas onde a nossa experiência de vida é completamente diferente e damos de caras com as coisas mais simples do mundo a resolverem e a facilitarem a vida diária de toda a gente.</p>
<p>&#8220;Lá tás tu com os nórdicos&#8221;, parece que já os oiço dizer. Sim sim&#8230; falai para aí.</p>
<p>A maior parte dos portugueses que só se queixa nem sequer tem noção do potencial do nosso canto. Nem do valor que nos é atribuído lá por fora, nem do respeito que tem pelas nossas ideias, nem da nossa capacidade de inovação.</p>
<p>É de tal forma que para uma coisa se consolidar por cá tem sempre que dar a impressão de que afinal não é nacional mas &#8220;lá de fora&#8221;, salvo raras excepções. Se pegarmos nas muitas start-up&#8217;s tecnológicas&#8230; quase todas parecem estrangeiras. Mas não são. São tugas e boas!</p>
<p>Nós por cá desconfiamos da novidade, rejeitamos a solução simples, atiramos ao chão ainda antes de a coisa se ter levantado. E falta-nos a noção de que lá fora, afinal, também há muita coisa mal resolvida e em áreas onde nós já resolvemos e que podemos aprender com outras soluções para problemas que ainda temos.</p>
<p>No meio disto tudo não aproveitamos o que temos. E meus amigos, aproveitássemos nós 10% e este país era uma coisa a sério, ainda por cima com sol, boas praias, gente simpática e bem-disposta, bons vinhos, boa comida.</p>
<p>Se esta medida das viagens for para a frente e a nossa população começar a viajar mais pela Europa, com o espírito aberto e livre, se deixarem cá as teias de aranha e os atavismos e as limitações mentais, acredito que em menos que nada temos as condições de ser um país novo, mais capaz, mais exigente, com mais qualidade de vida.</p>
<p>Exponham-se ao desconforto de conhecer uma nova cultura e essa cabeça nunca mais será a mesma. Tenho dito.</p>
<p>p.s &#8211; leiam ainda a apresentação de Joshua Sierles na Shift2010 &#8211; <a href="http://bit.ly/cez5rk" target="_blank">Working on the Road</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu já sabia!</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 13:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É uma coisa tenebrosa! Com a idade, ou sem ela, começamos a ganhar uma noção horrível sobre as coisas, e um esclarecimento mental que nos leva a concluir com antecedência o resultado de certas acções. Ou não acções. É uma coisa tenebrosa esta do já saber antes de se saber! Mas estava-se mesmo a ver. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/1_mind_the_gap1.jpg" rel="lightbox[2365]"><img class="alignnone size-full wp-image-2370" title="1_mind_the_gap" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/1_mind_the_gap1.jpg" alt="" width="480" height="354" /></a></p>
<p>É uma coisa tenebrosa!</p>
<p>Com a idade, ou sem ela, começamos a ganhar uma noção horrível sobre as coisas, e um esclarecimento mental que nos leva a concluir com antecedência o resultado de certas acções. Ou não acções.</p>
<p>É uma coisa tenebrosa esta do já saber antes de se saber! Mas estava-se mesmo a ver. É aquela coisa de pai que vê que o puto vai mesmo fazer asneira e partir-se todo no chão mas não pode fazer muito a não ser pôr-se a jeito! Dizer &#8220;Tu vais cair&#8221; ou ficar calado, dá o mesmo resultado.</p>
<p>Mas acima de tudo é importante que eles caiam, que se esfolem todos, que se atirem contra as paredes, que façam asneiras, porque da asneira nasce a luz e o saber faz-se também com a experiência.</p>
<p>O pior de tudo é que isto não acontece só com os filhos. Acontece no geral da vida. E o que mais me lixa é no fim de tudo pensar para com os meus botões &#8220;Eu já sabia!&#8221;.</p>
<p>Há alturas em que preferia não saber ou não ter razão. A sério! É um sentimento terrível este do &#8220;Eu já sabia!&#8221;.</p>
<p>E a coisa torna-se pior quando a experiência não serviu de nada e os vemos a fazer a mesma asneira. E só podemos encolher os ombros e ter pena da parede onde vão bater. Não, não dá para atravessar a parede à cabeçada por mais que tentes e ela não se vai desviar! É uma evidência!</p>
<p>E pronto! Eu já sabia! Mas de nada serviu! E agora? Agora nada&#8230; o filho não é meu.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vida digital 3.0</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:29:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quase 4 anos de Quionga6 decidi-me por uma arrumação de ideias e de espaços. Ainda não percebi se simplifiquei, mas isso é uma conclusão de segundas núpcias. Bem-vindos ao Create Notion, o blog onde quero escrever sobre alguns dos temas que sendo transversais à nossa vida não encontravam ainda espaço adequado nem cabiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2006/04/1237492_untitled.jpg" rel="lightbox[2355]"><img class="size-full wp-image-2344 aligncenter" title="life design" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2006/04/1237492_untitled.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a></p>
<p>Depois de quase 4 anos de <a href="http://blog.quionga6.com" target="_blank">Quionga6</a> decidi-me por uma arrumação de ideias e de espaços. Ainda não percebi se simplifiquei, mas isso é uma conclusão de segundas núpcias.</p>
<p>Bem-vindos ao <strong>Create Notion</strong>, o blog onde quero escrever sobre alguns dos temas que sendo transversais à nossa vida não encontravam ainda espaço adequado nem cabiam bem nos outros blogs: cidadania, sustentabilidade, mobilidade, ideias de vida e da vida enquanto sociedade e núcleo urbano, as novas e velhas ideias de cidade. Coisas que me ocupam o espírito e sobre as quais gosto de me debruçar.</p>
<p>Mas não se desiludam os que visitavam o velho Quionga6 à procura de parvoice e chacota. Ele lá está, com nova cara e novo endereço <a href="http://quionga6.com" target="_blank">quionga6.com</a>, apenas, enquanto tudo o resto se mantêm em arquivo histórico para os mais saudosistas.</p>
<p>A junção destas coisas todas faz-se na minha cabeça. E também no <a href="http://www.twitter.com/jorgeoliveira" target="_blank">twitter</a>. Não é dificil encontrarem-me. <img src='http://www.createnotion.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>A sinalética, a inteligência e a educação</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:44:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[bom-senso]]></category>
		<category><![CDATA[convenções]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[pictogramas]]></category>
		<category><![CDATA[semiótica]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>
		<category><![CDATA[sinaléctica]]></category>

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		<description><![CDATA[Este sinal quer dizer o quê? Para o aprendermos fomos (a maior parte de nós) obrigados a tirar um curso de condução para lhe aprendermos o significado. Basicamente, é proibido ultrapassar. A forma redonda e com uma orla vermelha indica-nos que é um sinal de proibição. O vermelho está convencionado como sendo o símbolo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1163 aligncenter" title="Screen shot 2009-12-01 at 6.11.41 PM" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/12/Screen-shot-2009-12-01-at-6.11.41-PM.png" alt="Screen shot 2009-12-01 at 6.11.41 PM" width="158" height="152" /></p>
<p>Este sinal quer dizer o quê? Para o aprendermos fomos (a maior parte de nós) obrigados a tirar um curso de condução para lhe aprendermos o significado.</p>
<p>Basicamente, é proibido ultrapassar.</p>
<p>A forma redonda e com uma orla vermelha indica-nos que é um sinal de proibição. O vermelho está convencionado como sendo o símbolo do perigo e por isso o proibido. Percebem agora as questões relacionadas com a lingerie vermelha, lanternas vermelhas, e coisas assim.</p>
<p><span id="more-1162"></span></p>
<p>O segundo elemento descodificador do sinal é um carro vermelho, perigoso, que está ao lado de um preto, e ambos vão no sentido da nossa marcha. Então, se não estamos numa via com duas faixas no mesmo sentido, estes carros estão em processo de ultrapassagem.</p>
<p>Sendo o sinal de proibição e um carro indicado como em perigo, o sinal diz-nos que para bem da nossa saúde e da saúde pública, é proibido ultrapassar.</p>
<p>So far so good!</p>
<p>Aprendemos, além do significado específico deste sinal, que há convenções na sua criação, procurando a sua fácil apreensão pelos condutores.</p>
<p>O sinal não indica que carros vermelhos e carros pretos lado a lado vão passar por um aro vermelho. Nada disso.</p>
<p>Vamos a outro exemplo:</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1165" title="01122009142" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/12/01122009142-300x225.jpg" alt="01122009142" width="300" height="225" /></p>
<p>A partir do que aprendemos no sinal anterior, devemos ler este sinal como dizendo que apenas têm prioridade pessoas que carreguem ao colo uma criança, que se desloquem de cadeiras de rodas ou que andem de bengala? E grávidas claro.</p>
<p>Não, claro que não. Então porque é que ensinam os empregados do Pingo Doce a fazer esta leitura e a não reconhecerem as situações de prioridade perante os símbolos?</p>
<p>E eles, claro, só cumprem ordens. A velhota trôpega teve a condescendência das restantes pessoas e ficámos a saber que se for uma mãe com uma criança de meses na cadeirinha também não tem direito à prioridade. Porque vai na cadeirinha.</p>
<p>E se for um gajo com andarilho? Ou de canadianas? E se eu pegar na minha filha de 5 anos ao colo? E se eu for de bengala? Como estou a caminho de velho pode ser que tenha sorte.</p>
<p>E este é apenas um dos muitos problemas causados por uma educação deficiente.</p>
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		<title>Permacultura (ou como teorizar sem praticar)</title>
		<link>http://www.createnotion.com/2009/11/23/permacultura-ou-como-teorizar-sem-praticar/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[azeitona]]></category>
		<category><![CDATA[campo]]></category>
		<category><![CDATA[campos desertos]]></category>
		<category><![CDATA[comuna]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[hortas]]></category>
		<category><![CDATA[lavoura]]></category>
		<category><![CDATA[partilha]]></category>
		<category><![CDATA[permacultura]]></category>
		<category><![CDATA[rural]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[vida sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[Este fim-de-semana fui ajudar o sogro (coisa que fica sempre bem) na grande apanha da azeitona. E para um rapaz vindo do campo urbano, esta foi a minha primeira vez. Foi divertido, foi sim senhores. E dei por mim a pensar que de facto isto anda tudo ao contrário. Há gajos na cidade que fazem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1145" title="44259371" src="http://blog.quionga6.com/wp-content/uploads/2009/11/44259371.jpg" alt="44259371" width="495" height="370" /></p>
<p>Este fim-de-semana fui ajudar o sogro (coisa que fica sempre bem) na grande apanha da azeitona. E para um rapaz vindo do campo urbano, esta foi a minha primeira vez.</p>
<p>Foi divertido, foi sim senhores.</p>
<p>E dei por mim a pensar que de facto isto anda tudo ao contrário. Há gajos na cidade que fazem qualquer coisa e apropriam-se de qualquer canteiro para fazer uma horta, e gajos no campo que fogem disso a 7 pés e sonham com a vida na cidade, no shopping, na balburdia de onde depois fugirão com excesso de stress.</p>
<p>Passear na vila e vê-los enconstados ao café de mini na mão enquanto os velhos se esfalfam na lavoura, sem que ninguém os ajude é um bocado triste. Destas azeitonas sei que vou ter azeite do bom até à próxima colheita. Se existir&#8230; porque por este andar as próximas azeitonas ficam na arvore.</p>
<p>E mesmo este ano, das 180 existentes devem ser apanhadas umas 30 no máximo. Ainda assim dará para umas duas toneladas ou mais de fruto.</p>
<p>O outro ponto dos meus pensamentos perdeu-se nos ecologistas e permacultores, um nome fino que agora se dá a quem idolatra a vida junto da natureza. E grande parte deles nem sequer sabe que para apanhar tomate não é preciso uma escada. Na azeitona sim, dá jeito.</p>
<p>A ideia que quero deixar é simples: porque é que os meninos permacultores não se armam em brigada de alfabetização e vão por esses campos fora ajudar os velhotes a apanhar azeitonas, a cuidar das hortas, dos animais e etc? Em paga virão carregados de coisas boas do campo, é esse o modelo de negócio.</p>
<p>Faz doer as costas não é? &#8220;Permacultar&#8221; no facebook é mais fácil não é? E não suja as unhas. Pois é&#8230; depois venham-me cá com teorias que já vos digo onde as podeis plantar.</p>
<p>Mais prática e menos pregação, que isso é para os padres e a esses já deixei de os aturar à muito tempo.</p>
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