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	<title>Create Notion</title>
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	<description>life design: cidades, mobilidade, sustentabilidade, ideias, criatividade</description>
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		<title>Saloio-Chique</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 23:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="446" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/12/pensao-amor.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="pensao-amor" title="pensao-amor" /></p><br />Desde há uns tempos que assistimos a uma das tendências mais interessantes na construção de novos espaços de lazer: a reutilização de produtos antigos, quase em estado de irem parar ao lixo, e a sua ascensão ao estado de objectos de culto dentro dum determinado contexto. Já não se trata apenas de ter peças antigas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="446" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/12/pensao-amor.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="pensao-amor" title="pensao-amor" /></p><br /><p>Desde há uns tempos que assistimos a uma das tendências mais interessantes na construção de novos espaços de lazer: a reutilização de produtos antigos, quase em estado de irem parar ao lixo, e a sua ascensão ao estado de objectos de culto dentro dum determinado contexto.</p>
<p>Já não se trata apenas de ter peças antigas como elementos decorativos, agora são objectos de uso efectivo: os pratos velhos chegam à mesa para nos servirmos.</p>
<p>É a verdadeira explosão da reutilização e eu resolvi chamar-lhe saloio-chique.</p>
<p>Para os mais jovens aquilo é altamente. Para mim, que vivi no meio das peças, é divertido e contraditório ao mesmo tempo, porque me lembro de termos odiado aquelas coisas velhas e de termos querido coisas novas e modernas para nos alegrarem a vida. Tivessem andado de calças à boca de sino a ver se achavam alguma graça ao revivalismo.</p>
<p>Ultimamente tenho ganho o direito a algumas noites mais livres e tenho descoberto as novas pérolas da capital: a nova vida do Cais do Sodré,  os bares de putas transformados em cabarets, ateliers criativos e etc, uma velha loja de artigos de pesca transformada em bar sem que nenhuma das prateleiras e dos produtos anteriormente expostos tivesse sido removido.</p>
<p>É trend, é fashion, é chique e é espectacular ver como um espaço pode ter um uso tão distante do original, acrescentando valor à nova oferta. Tenho que perguntar ali à antropóloga se isto tem nome&#8230; mas para mim, volto a dizer&#8230; é saloio-chique!</p>
<p>A tendência da redescoberta do antigo como forma de recuperarmos os valores da tradição em busca de chão mais sólido para pisar já é conhecida e está assumida, mas agora vejo-a a ganhar outros contornos que acho mais interessantes pelo potencial de recuperação dos núcleos urbanos. E as nossas cidades têm condições únicas para o fazerem. Aproveitem-se!</p>
<p><em>foto gentilmente gamada ao <a href="http://www.freshlandmag.com/2011/12/09/pensao-amor/" target="_blank">Freshland</a></em></p>
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		<title>Algo muda na Pascoal de Melo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 23:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="324" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/11/pascoaldemelo-640x324.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="pascoaldemelo" title="pascoaldemelo" /></p><br />Muitas vezes nos perguntamos aqui em casa se será possível surgir em Lisboa uma dinâmica alternativa como a que aconteceu no Porto com a R. Miguel Bombarda, que de repente se tornou um polo de atração de novos artistas, galerias, crafters, lojas alternativas de roupa e cultura, etc. E onde poderia ser isso? A zona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="324" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/11/pascoaldemelo-640x324.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="pascoaldemelo" title="pascoaldemelo" /></p><br /><p>Muitas vezes nos perguntamos aqui em casa se será possível surgir em Lisboa uma dinâmica alternativa como a que aconteceu no Porto com a R. Miguel Bombarda, que de repente se tornou um polo de atração de novos artistas, galerias, crafters, lojas alternativas de roupa e cultura, etc.</p>
<p>E onde poderia ser isso? A zona da Estefânia e Arroios parecem-nos sempre boas hipóteses.</p>
<p>Já no passado essa possibilidade existiu, se calhar antes de tempo, com a transformação do Centro Comercial Portugália num centro de lojas diferentes, onde a atração era feita pela Carbono ou pela Simbiose. Pouco a pouco foram fechando todas e hoje nem sei o que lá existe dentro (tenho medo de entrar).</p>
<p>A zona é barata, quer nas rendas quer na reconstrução, não está excessivamente degradada, ainda tem residentes e mesmo durante a noite tem movimento de gente. Há espaços vagos, há proximidade de transportes e está na proximidade de vários outros pontos de interesse e centrais da cidade, nomeadamente o Saldanha.</p>
<p>Faltaria aparecer um polo de atração suficientemente forte para atrair público e que a pouco e pouco fosse capaz de atrair outros negócios que começassem a beneficiar desse movimento.</p>
<p>E eis que esta semana abriram duas lojas novas que me deram alguma esperança de que algo esteja a mudar e vi também boa adesão do público a essas abertura. Uma foi a Padaria Potuguesa a outra foi a Oops, uma loja de mobiliário italiano para quartos de criança (coisas bem catitas).</p>
<p>De repente respirámos de alivio: os espaços vazios não foram entregues ao chinês&#8230; ufa! E foram apenas duas lojas a darem uma pedrada no charco. Qual será a próxima mudança? Quem se atreverá? Uma livraria alternativa? Uma loja de discos? Roupa? Com tanto designer de moda nesta cidade e não os vejo a abrir espaços de venda, nem que sejam partilhados.</p>
<p>Rua a rua podemos mudar uma cidade. Ainda hei-de ver Arroios nas páginas da <a href="http://www.monocle.com" target="_blank">Monocle</a>.</p>
<p>p.s &#8211; um dos livros que está aqui para ser lido chama-se <a href="http://www.bookdepository.com/Small-mart-Revolution-Michael-Shuman/9781576754665/?a_aid=jorgeoliveira" target="_blank">Small Mart Revolution</a> e tem muito a ver com necessidade de recuperação do comercio local como forma de revitalizar a economia das comunidades, sejam grandes ou pequenas&#8230; a cidade tem muitas aldeias.</p>
<p><em>fotografia gentilmente &#8220;gamada&#8221; <a href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=243329" target="_blank">aqui</a></em></p>
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		<title>Tudo por causa de 4 cêntimos</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 20:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="466" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/11/2543438347_71bcf99e96_z.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="http://www.flickr.com/photos/lanaost/2543438347/sizes/z/in/pool-plasticbagsblow/" title="2543438347_71bcf99e96_z" /></p><br />Por causa dum pseudo-motivo ecológico, a maior parte dos grandes supermercados deixaram de dar sacos aos seus clientes e passaram a vendê-los. Acredito que se vendam menos dos que os que se ofereciam, mas ainda assim continua a não ser uma &#8220;dor&#8221; suficientemente grande para me fazer andar com o meu próprio saco. Por 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="466" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/11/2543438347_71bcf99e96_z.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="http://www.flickr.com/photos/lanaost/2543438347/sizes/z/in/pool-plasticbagsblow/" title="2543438347_71bcf99e96_z" /></p><br /><p>Por causa dum pseudo-motivo ecológico, a maior parte dos grandes supermercados deixaram de dar sacos aos seus clientes e passaram a vendê-los. Acredito que se vendam menos dos que os que se ofereciam, mas ainda assim continua a não ser uma &#8220;dor&#8221; suficientemente grande para me fazer andar com o meu próprio saco. Por 2 cêntimos compro um saco e atiro para trás das costas o recorrente esquecimento.</p>
<p>Por outro lado, sempre que recuso um saco plástico noutros sítios, para além do alivio moral, não tenho qualquer tipo de &#8220;prémio&#8221; que me incentive a continuar esta prática.</p>
<p>Até que um dia&#8230; no Supermercado <a href="http://brio.pt/" target="_blank">Brio</a> tive uma agradável surpresa. A recusa do saco deu-me um desconto de 4 cêntimos. Surpreendido pedi explicações: simples, disseram, aqui damos o primeiro saco e só vendemos o segundo e seguintes, mas para quem não quer levar o saco descontamos o valor.</p>
<p>Não é nenhuma fortuna, mas é um primeiro prémio que em termos de efeito me faz sentir exactamente ao contrário da multa dos outros. Aqui, se não me esquecer, ganho 4. Nos outros perco 2.</p>
<p>E esta é a primeira parte do post. A segunda é mais intrigante.</p>
<p>Sempre que conto esta história aos meus concidadãos, vejo a maior parte a fazer contas de cabeça e a agarrar os buracos do sistema. Coisas do tipo: mas sempre que compras? Mesmo que seja várias vezes ao dia? E se for uma compra de 4 cêntimos não pagas nada? Hum&#8230; e ficam a pensar de olhos brilhantes a sonhar com a soma de vários 4 cêntimos por compra.</p>
<p>É o português mais profundo a vir ao de cima, o chico-esperto, o fura-vidas, o amigo da cunha, do esquema, do debaixo da mesa&#8230; aquelas que obrigam a que qualquer regulamento ou lei tenha 50 mil páginas para que todas as situações fiquem devidamente cobertas e ninguém possa fazer nada, ou que num cruzamento onde há um sentido obrigatório tenha que existir também a placa de sentido proibido e o proibido virar no sentido oposto.</p>
<p>Somos um povo criativo, sem dúvida&#8230; pena que ainda não tenham descoberto que essa criatividade pode ser utilizada noutras coisas que não na trafulhice.</p>
<h6><em>Foto daqui: <a href="http://www.flickr.com/photos/lanaost/2543438347/sizes/z/in/pool-plasticbagsblow/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/lanaost/2543438347/sizes/z/in/pool-plasticbagsblow/</a></em></h6>
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		<title>O MUDE e as acessibilidades</title>
		<link>http://www.createnotion.com/2011/01/22/o-mude-e-as-acessibilidades/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 23:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/01/MUDE1.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="MUDE" title="MUDE" /></p><br />À direcção do MUDE Sou um frequentador habitual do MUDE, que muito aprecio pela qualidade da colecção, das iniciativas e do trabalho que tem sido feito, que faz dele um espaço único e merecedor da nossa melhor atenção e recomendação. Pelo trabalho feito tem desde sempre os meus parabéns. Mas ter sido surpreendido hoje com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/01/MUDE1.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="MUDE" title="MUDE" /></p><br /><h3>À direcção do <a href="http://mude.pt/mude_site.html">MUDE</a></h3>
<p>Sou um frequentador habitual do MUDE, que muito aprecio pela qualidade da colecção, das iniciativas e do trabalho que tem sido feito, que faz dele um espaço único e merecedor da nossa melhor atenção e recomendação. Pelo trabalho feito tem desde sempre os meus parabéns.</p>
<p>Mas ter sido surpreendido hoje com uma questão de falta de acessibilidade a quem quer visitar o museu com um carrinho de bebe foi uma nódoa que não esperava.</p>
<p><span id="more-2480"></span>Não compreendo, não entendo e não aceito que não resolvam o acesso aos pisos superiores a quem tenha que se deslocar com carrinhos de bebes, a quem tenha dificuldades motoras, a quem tenha mais idade, a quem se desloque numa cadeira de rodas.</p>
<p>Se os elevadores são velhos, mandem pôr novos. Simples. Existem soluções para isso e em Portugal não faltam empresas nessa área prontas a dar solução. E se o problema é tráfego, limitem o uso a quem de facto precisa.</p>
<p>Design é acessibilidade, é usabilidade e é experiência de utilização. E não encontrar as duas primeiras num museu que se diz da área é no mínimo absurdo. A última ficou manchada pois claro. E não fosse a simpatia de quem me atendeu e tentou explicar e desculpar o sucedido, mais manchada teria ficado.</p>
<p>Temos uma jóia na Baixa Lisboeta com uma capacidade de atracção e de âncora que muita falta faz à zona mais nobre desta cidade, por favor não a estraguem por 3 tostões de investimento quando pesado o retorno para a cidade e para a zona.</p>
<p>Por último, é um bocado escandaloso que o livro de reclamações esteja cheio e não exista um novo como é de lei.</p>
<p>Espero sinceramente que algo MUDE</p>
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		<title>Tarados, insuficientes e cardíacos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 10:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/01/tarados.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="tarados" title="tarados" /></p><br />Nos últimos anos descobri uma categoria de pessoas muito especiais. Numa primeira fase designei-os por Tarados. Posteriormente adicionei Insuficientes e Cardíacos. Tarados? As pessoas mais criativas e disruptivas que tenho conhecido, são, à sua maneira, taradas &#8211; pelo assunto ou tema onde se desenvolveram enquanto pessoas criativas. Valerá a pena ver esta entrada sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/01/tarados.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="tarados" title="tarados" /></p><br /><p>Nos últimos anos descobri uma categoria de pessoas muito especiais. Numa primeira fase designei-os por Tarados. Posteriormente adicionei Insuficientes e Cardíacos.</p>
<h3><span id="more-2438"></span>Tarados?</h3>
<p>As pessoas mais criativas e disruptivas que tenho conhecido, são, à sua maneira, <strong>taradas</strong> &#8211; pelo assunto ou tema onde se desenvolveram enquanto pessoas criativas. Valerá a pena ver esta entrada sobre o significado popular de <a href="http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=tarado" target="_blank">Tarado</a> mas fiquei mais agradado com a divindade budista <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tara_%28budismo%29" target="_blank">Tara.</a></p>
<blockquote><p><strong>Tara</strong> (em <a title="Língua sânscrita" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_s%C3%A2nscrita">sânscrito</a> <em>Tārā</em>, provavelmente &#8220;estrela&#8221;, e, para os <a title="Tibetanos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tibetanos">tibetanos</a>, <em>Drol Ma</em> ou <em>Jetsün Dólmã</em>, &#8220;Salvadora&#8221;), é uma <a title="Deidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deidade">deidade</a> feminina do <a title="Budismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo">budismo</a> <em><a title="Vajrayana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vajrayana">Vajrayana</a></em> (&#8220;Caminho Diamantino&#8221;, que simboliza a sabedoria que discerne agudamente como um raio)</p></blockquote>
<h3>Des-repetitivos</h3>
<p>Estudam, aprofundam, experimentam, saem das zonas de conforto, nunca se repetem, procuram um caminho novo&#8230; e acima de tudo nunca estão satisfeitas. Procuram sempre mais, a repetição aborrece-as, quer a sua própria, quer a mimetização do trabalho de outros.</p>
<p>Por isso acrescentei o Insuficientes. E cardíacos. Pela simples razão de que aqueles corações devem bater a mil.</p>
<h3>Transformar é criar?</h3>
<p>Ao contrário do que normalmente pensamos, a criatividade não está apenas presente no Criador, aquele que dá origem a uma coisa completamente nova, mas também no Executante, aquele que pegando na obra de outros faz uma nova leitura, transformando essa obra na sua leitura da obra e necessariamente originando uma nova obra. É obra.</p>
<p>Assumo agora como acto criativo o processo de transformação, a minha leitura e desenvolvimento sobre a obra de outro, o juntar de peças dispersas noutra coisa que antes não existia.</p>
<p>Criar é transformar é criar é transformar é criar&#8230;</p>
<h3>AtituteApp instalada com sucesso</h3>
<p>Mas na base de toda esta atitude criativa estão um conjunto de atitudes e modos e formas de estar e de ser, essenciais ao ser criativo. São pessoas com níveis de motivação interna muito elevados, capazes de definir objectivos para a sua actuação, observadoras da realidade circundante e do seu processo evolutivo, flexíveis para experimentarem outras abordagens, o que também quer dizer que não tem medo de falhar nem de correr riscos (factor inerente a quem gosta de sair da zona de conforto) e por último, altamente perseverantes.</p>
<p>Dificilmente conheceremos alguém criativo que não cumpra estes requisitos morais (fica sempre bem misturar no mesmo texto Tarados e Requisitos Morais).</p>
<h3>Motivation overload</h3>
<p>A par disto, percebemos que há um grande ideal motivador por detrás das pessoas criativas: acrescentar algo à narrativa da história. Por isso procuram trilhar outros caminhos para que a sua obra seja mais um degrau em vez dum patamar.</p>
<p>Encontrámos um actor que procura outras formas de dar corpo à personagem e aos textos que lhe são dados, porque só assim é possível ver a mesma peça de maneira diferente. Já todos vimos o Romeu &amp; Julieta, mas com aqueles actores em particular queremos ver algo de diferente. E mesmo um actor Tarado, quererá fazer o Romeu de forma diferente duma outra que já tenha feito. Porque quer deixar a sua marca.</p>
<p>É o caso dos músicos, que fazendo a sua vida com obras dum passado muito distante conseguem ter a capacidade de as recriarem e transformarem, “fugindo” das pautas e das possíveis indicações do compositor.</p>
<h3>Obras vivas</h3>
<p>O que mais me “perturbou” nestes dois executantes foi o constante trabalho sobre obras do passado. Um actor e um músico trabalham na maior parte do tempo sobre obras antigas. Ao contrário, um pintor e um fotógrafo passam por elas e eventualmente aprendem a técnica subjacente, mas dificilmente ganharão a vida a repeti-las eternamente (excepto os falsários, pois claro).</p>
<p>A diferença é que há obras que só são visíveis quando executadas, e por isso é importante o executante, para as replicar e nos dar o conhecimento dela. Só assim poderemos fazer evoluir a obra e originar outras.</p>
<p>Em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0060390/" target="_blank">Fahrenheit 451</a> tínhamos os homens-livro, mas estes parecem recusar o castigo de carregarem sempre a mesma obra nos ombros.</p>
<h3>A criatividade a quem a trabalha</h3>
<p>Estivemos perante pessoas talentosas? Todas recusaram esse apelido. O talento é trabalho e conhecimento das técnicas associadas a cada área de trabalho. Muito trabalho. E muita paixão. Não há iluminações divinas. Como as ideias não nascem de geração espontânea, o criativo não existe se não praticar a sua actividade criadora.<br />
Praticar, praticar, praticar, fazer, fazer, fazer&#8230; depois logo se justifica: disse-nos <a href="http://videomatik-kim-prisu.blogspot.com/" target="_blank">Kim Prisu</a>.</p>
<p>No espírito desta prática aprendemos a desenhar e descobrimos que dentro de nós moram um conjunto de animais-mealheiro. Go figure! Nunca tinha pensado neles, nunca os tinha visto&#8230; mas passaram a existir quando os desenhei, quando se tornaram concretos e a partir desse momento pude aprender algo mais sobre eles.</p>
<p>Dito isto&#8230; vou praticar! Venho já!</p>
<div id="attachment_2448" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-2448" title="tigre-mealheiro" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/01/tigre-mealheiro.jpg" alt="" width="450" height="294" /><p class="wp-caption-text">Tigre-mealheiro</p></div>
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		<title>Twittar as compras?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 22:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/08/twittar_compras.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="twittar_compras" title="twittar_compras" /></p><br />Ao fazer as habituais compras no Continente Online, reparo que na página de cada produto temos a possibilidade de o partilhar com o mundo: por email, no Twitter ou no Facebook. Pela cabeça passou-me um grande WTF??? E depois de alguns twets e trocas de ideias não muito conclusivas fico na dúvida da utilidade desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/08/twittar_compras.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="twittar_compras" title="twittar_compras" /></p><br /><p>Ao fazer as habituais compras no <a href="http://www.continente.pt/" target="_blank">Continente Online</a>, reparo que na página de cada produto temos a possibilidade de o partilhar com o mundo: por email, no Twitter ou no Facebook. Pela cabeça passou-me um grande WTF???</p>
<p><span id="more-2422"></span>E depois de alguns twets e trocas de ideias não muito conclusivas fico na dúvida da utilidade desta partilha e a pensar que já estamos a entrar na época do desvario. Que razão me leva a mim a querer mostrar ao mundo a minha lista de compras? Que utilidade e mais valia pode ter isto para a marca? Quantas pessoas usam isto no processo normal de compra? Estamos perante um trend antecipadissimo no tempo?</p>
<p>E ainda por cima está mal feito: aquilo que manda para o twitter é o url inteiro do produto, sem o passar por um shortner, e sem sequer lhe acrescentar uma mensagem que desse sentido a isto, como por exemplo: &#8220;Recomendo este artigo no Continente Online&#8221; ou &#8220;Alguém recomenda isto?&#8221; ou &#8220;Grande preço&#8221;&#8230; um contexto qualquer porque assim não dá e parece mesmo um desvario de moda.</p>
<p><a href="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/08/Screen-shot-2010-08-14-at-10.54.09-PM.png" rel="lightbox[2422]"><img class="alignnone size-full wp-image-2424" title="Screen shot 2010-08-14 at 10.54.09 PM" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/08/Screen-shot-2010-08-14-at-10.54.09-PM.png" alt="" width="463" height="139" /></a></p>
<p>Mas pronto&#8230; se alguém me ajudar a perceber a finalidade/utilidade desta partilha agradeço. E agradeço também ao <a href="http://twitter.com/radarSAPO" target="_blank">RadarSapo</a> pela ajuda na divulgação.</p>
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		<title>Lisboa a mexer</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 22:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[lista]]></category>
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		<category><![CDATA[modernização]]></category>
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		<category><![CDATA[recuperação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/06/monocle_lisboa.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="monocle_lisboa" title="monocle_lisboa" /></p><br />A edição de verão da Monocle (que ainda não me chegou às mãos) traz a sua habitual lista de melhores cidades para viver e Lisboa volta a constar no último lugar da lista, 25º. É o último mas fora da lista ficam muitas cidades famosas e grandes que se julgariam com lugar cativo nos primeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/06/monocle_lisboa.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="monocle_lisboa" title="monocle_lisboa" /></p><br /><p>A edição de verão da <a href="http://www.monocle.com" target="_blank">Monocle</a> (que ainda não me chegou às mãos) traz a sua habitual <a href="http://www.psfk.com/2010/06/top-25-most-liveable-cities-2010.html" target="_blank">lista de melhores cidades para viver</a> e Lisboa volta a constar no último lugar da lista, 25º. É o último mas fora da lista ficam muitas cidades famosas e grandes que se julgariam com lugar cativo nos primeiros lugares.</p>
<p><span id="more-2412"></span>Na edição de 2009 este 25º lugar foi justificado com as alterações previstas para a cidade e o potencial ainda latente em termos de facto uma boa cidade. E se duvidam que dentro de poucos anos podemos mesmo chegar a lugares mais cimeiros, comecem a reparar em pequenas alterações que vão surgindo e tornando esta cidade mais cosmopolita e agradável:</p>
<p>. jardins arranjados e com quiosques e esplanadas um pouco por todo o lado, e a recuperação de espaços abandonados, nomeadamente Miradouros escondidos;</p>
<p>. novos cafés e restaurantes e espaços de lazer onde a qualidade de serviço, a decoração e a oferta se estão a distinguir pela positiva;</p>
<p>. a renovação do comercio local com novos espaços que trazem tanto de tradicional como de inovador, geridos por uma nova geração mais atenta e disposta a mudar as regras do jogo;</p>
<p>. espaços de estacionamento para bicicletas e motorizadas libertando os passeios;</p>
<p>. cada vez mais bicicletas na cidade;</p>
<p>. o recente acordo de libertação da zona ribeirinha a favor da cidade;</p>
<p>. a modernização do metro e a aposta da Carris em novos meios e novas rotas.</p>
<p>Pode parecer pouco e olhando para tudo o que falta fazer na cidade, é pouco. Mas é um principio e este hábito de só fazer o grande ignorando o pequeno é algo que temos que mudar.</p>
<p>A mim cada vez mais me agrada viver em Lisboa e vendo a cidade a mexer ainda mais vontade tenho de cá continuar. E acreditem-me, Lisboa pode facilmente ser uma grande cidade, sustentável, móvel, ecológica, acessível e amigável.</p>
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		<title>TV Digital &#8211; coisas realmente interessantes</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 21:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ideias]]></category>
		<category><![CDATA[box digital]]></category>
		<category><![CDATA[epg]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[programas]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[tv digital]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/05/tvdigital.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="tvdigital" title="tvdigital" /></p><br />De cada vez que passa um anúncio de uma qualquer plataforma de tv digital penso sempre que me estão a vender funcionalidades técnicas que pouco ou nada acrescentam à minha felicidade quando há outras que podiam fazer realmente a diferença para o utilizador. É nitidamente um produto que pensa mais no engenheiro que o concebeu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/05/tvdigital.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="tvdigital" title="tvdigital" /></p><br /><p>De cada vez que passa um anúncio de uma qualquer plataforma de tv digital penso sempre que me estão a vender funcionalidades técnicas que pouco ou nada acrescentam à minha felicidade quando há outras que podiam fazer realmente a diferença para o utilizador. É nitidamente um produto que pensa mais no engenheiro que o concebeu que no gajo que o vai usar.</p>
<p>Por isso, eu, usador da coisa, deixo aqui de borla 2 ou 3 coisas que seriam realmente interessantes para a minha tv digital:</p>
<p><span id="more-2402"></span>. Promos dos programas</p>
<p>Sempre que dá um anuncio de um filme ou serie a anunciar o dia e hora a que vai dar apetece-me clicar no botão e dar ordem de gravação. A promos passariam a funcionar tipo banner, com acções associadas. E sim, poupar-me-iam horas de navegação pelo EPG a procurar o programa e a dar a dita ordem.</p>
<p>. Audio alternativo</p>
<p>Outro dia descobri que o Euronews emite dois canais de audio: o original e o alternativo, em português. Pensando nos mais velhos que já não conseguem acompanhar a leitura das legendas, ou nos mais novos que ainda não sabem ler, podiam ser emitidas programas com o audio original e a versão dobrada. E cada um escolhia a sua.</p>
<p>. Legendas dos programas</p>
<p>Por questões de acessibilidade, a introdução das legendas através da box levaria os programas em português a todos aqueles que não ouvem mas podem ler. E não só. Como tenho tv no quarto, muitas vezes não posso ver programas nacionais para não ter o som audível. Mas posso ver programas estrangeiros porque têm legendas.</p>
<p>Além destas coisas, era bom que os EPG&#8217;s estivessem realmente certos no inicio e fim dos programas para que as gravações não viessem cheias de lixo antes e ficassem cortadas no fim.</p>
<p>E prontus&#8230; como diz o povo.Era só isto. Deixem lá a porra do multi-cam, dos jogos de futebol interactivos, do 3D, dos mosaicos e outras porras sem o mínimo interesse e que ninguém usa porque aquilo que queremos efectivamente fazer é bezerrar em frente ao aparelho, tal como foi pensado no inicio dos tempos.</p>
<p>Nada mais.</p>
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		<title>Parábola da salvação</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 08:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[atavismo]]></category>
		<category><![CDATA[estórias]]></category>
		<category><![CDATA[indigências]]></category>
		<category><![CDATA[mentalidades]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[salvação]]></category>
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		<category><![CDATA[visões]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/macacos.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="Gamada aqui http://www.flickr.com/photos/dyanna/3202542828/sizes/z/in/photostream/" title="macacos" /></p><br />A história seguinte não é minha claro, mas não resisto a transcrever e partilhar porque se pensarmos bem ela explica muito da nossa realidade: Start with a cage containing five monkeys.Inside the cage, hang a banana on a string and place a set of stairs under it. Before long, a monkey will go to the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/macacos.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="Gamada aqui http://www.flickr.com/photos/dyanna/3202542828/sizes/z/in/photostream/" title="macacos" /></p><br /><p>A história seguinte não é minha claro, mas não resisto a transcrever e partilhar porque se pensarmos bem ela explica muito da nossa realidade:</p>
<blockquote>
<div>Start with a cage containing five monkeys.Inside the cage, hang a banana on a string and place a set of stairs under it. Before long, a monkey will go to the stairs and start to climb towards the banana. As soon as he touches the stairs, spray all of the other monkeys with cold water.</p>
<p>After a while, another monkey makes an attempt with the same result &#8211; all the other monkeys are sprayed with cold water. Pretty soon, when another monkey tries to climb the stairs, the other monkeys will try to prevent it.</p>
<p>Now, put away the cold water. Remove one monkey from the cage and replace it with a new one. The new monkey sees the banana and wants to climb the stairs. To his surprise and horror, all of the other monkeys attack him.</p>
<p>After another attempt and attack, he knows that if he tries to climb the stairs, he will be assaulted.</p>
<p>Next, remove another of the original five monkeys and replace it with a new one. The newcomer goes to the stairs and is attacked. The previous newcomer takes part in the punishment with enthusiasm! Likewise, replace a third original monkey with a new one, then a fourth, then the fifth.</p>
</div>
<div>Every time the newest monkey takes to the stairs, he is attacked.Most of the monkeys that are beating him have no idea why they were not permitted to climb the stairs or why they are participating in the beating of the newest monkey.</p>
<p>After replacing all the original monkeys, none of the remaining monkeys have ever been sprayed with cold water. Nevertheless, no monkey ever again approaches the stairs to try for the banana. Why not? Because as far as they know that&#8217;s the way it&#8217;s always been done round here.</p>
</div>
</blockquote>
<p>Parábola da salvação!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os tugas não estão bem!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 20:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[anomalia]]></category>
		<category><![CDATA[anormal]]></category>
		<category><![CDATA[clarividência]]></category>
		<category><![CDATA[delirios]]></category>
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		<category><![CDATA[estupidez]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/loucura.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="loucura" title="loucura" /></p><br />O título roubei-o à minha amiga Sónia que me deu a inspiração e a clarividência. Os tugas não estão bem! Não sei se as cinzas desceram por aí abaixo e nos deixaram delirantes, se foi o inverno rigoroso e a falta de sol e a chuva a mais que o normal, se as estações do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="380" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2010/04/loucura.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="loucura" title="loucura" /></p><br /><p>O título roubei-o à minha amiga Sónia que me deu a inspiração e a clarividência.</p>
<p>Os tugas não estão bem! Não sei se as cinzas desceram por aí abaixo e nos deixaram delirantes, se foi o inverno rigoroso e a falta de sol e a chuva a mais que o normal, se as estações do ano todas baralhadas com 3 dias de verão e 5 de inverno. Mas é verdade&#8230; os tugas não estão bem!</p>
<p>E tenho a certeza disto porque nas últimas semanas tenho visto tanta mas tanta estupidez, tanta indigência mental, tanto desvario, tanto desatino, que só pode ser causa de algum elemento externo à nossa vontade que nos tolda o raciocinio e a clarividência.</p>
<p>E todos os dias penso que isto só lá vai com choques eléctricos, purgas, sanguessugas, sangrias e acima de tudo&#8230; porrada! Nunca um país precisou tanto de porrada a ver se toma tino! Daquela de criar bicho!</p>
<p>Amanhã é outro dia! Mas não se esperam melhoras repentinas.</p>
]]></content:encoded>
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