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	<title>Create Notion</title>
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	<description>life design: cidades, mobilidade, sustentabilidade, ideias, criatividade</description>
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		<title>Dois dedos de conversa e um documentário</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/05/piscina_areeiro1.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="piscina_areeiro" title="piscina_areeiro" /></p><br />Já vos tinha dito que tenho vontade de partilhar o visionamento do Urbanized e com a preciosa ajuda do Marco Abreu e do CoWork Lisboa, vamos poder fazê-lo no próximo dia 25 de Maio, pelas 18h, no CoWork. A imagem de cima pode servir de mote de conversa depois do visionamento, afinal, também Lisboa (e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/05/piscina_areeiro1.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="piscina_areeiro" title="piscina_areeiro" /></p><br /><p>Já vos tinha dito que tenho vontade de partilhar o visionamento do <a href="http://urbanizedfilm.com/" target="_blank">Urbanized</a> e com a preciosa ajuda do <a href="http://www.joaosemmedo.org/" target="_blank">Marco Abreu</a> e do <a href="http://www.coworklisboa.pt" target="_blank">CoWork</a> Lisboa, vamos poder fazê-lo no próximo dia <a href="https://www.facebook.com/events/360770113981661/" target="_blank">25 de Maio, pelas 18h</a>, no CoWork.</p>
<p>A imagem de cima pode servir de mote de conversa depois do visionamento, afinal, também Lisboa (e o resto do país claro) está cheia de oportunidades de renovação e reutilização.</p>
<p>Estão convidados. Fica o trailer para abrir o apetite <img src='http://www.createnotion.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6jpN8kI0-pY" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><em>foto gentilmente gamada <a href="http://empreendokupa.org/site/espacos/lisboa/piscina-do-areeiro/">aqui</a></em></p>
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		<title>Velhos? Não, Fantásticos!</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="391" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/04/theamazings.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="theamazings" title="theamazings" /></p><br />O tema da reforma volta a estar no ordem do dia. Ou porque nos obrigam a trabalhar mais anos, ou porque não sabemos se o sistema é sustentável, ou porque ansiamos pela idade em que não teremos obrigações para nos dedicarmos aos hobbies e às listas de coisas que vamos criando sob o tema &#8220;quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="391" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/04/theamazings.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="theamazings" title="theamazings" /></p><br /><p>O tema da reforma volta a estar no ordem do dia. Ou porque nos obrigam a trabalhar mais anos, ou porque não sabemos se o sistema é sustentável, ou porque ansiamos pela idade em que não teremos obrigações para nos dedicarmos aos hobbies e às listas de coisas que vamos criando sob o tema &#8220;quando me reformar&#8230;&#8221;.</p>
<p>Mas o que é certo é que muitos dos reformados se aborrecem porque ou acabam sem nada de estimulante para fazer, ou sem companhia, ou não estão para se dedicarem ao dominó na sombra do jardim. E os dias começam a correr cinzentos.</p>
<p>E muitos deles, a maior parte, terão um fundo de conhecimentos e experiências que podem partilhar com outras pessoas. Quanto deste conhecimento não fica desperdiçado, perdido, inútil? Muito!</p>
<p>Com o lema &#8220;Try Something Old&#8221;, o site <a href="http://theamazings.org/" target="_blank">The Amazings</a> é um projecto que pretende ajudar os reformados, ou prestes a reformarem-se, a criarem eventos de partilha dessa experiência. Um ensina a fotografar, outro a tocar bateria, outro a cozinhar, outro a pintar vidro.</p>
<p>As experiências podem ser compradas por qualquer pessoa e até oferecidas como prenda.</p>
<p>E assim se dá utilidade a uma pessoa e ao seu know-how, se constrói uma comunidade e se juntam gerações.</p>
<p>Velhos? Nem por isso! Amazings! E é uma pena que fiquem desperdiçados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Empreendedorismo e Revitalização da Cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 19:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="630" height="366" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/04/Empreendedorismo-cidade.png" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="Empreendedorismo-cidade" title="Empreendedorismo-cidade" /></p><br />Hoje dei com a notícia do lançamento deste curso e achei a coisa muito interessante. Acima de tudo porque pretende ensinar empreendedorismo tendo como objecto e espaço de trabalho a cidade de Lisboa. Lisboa é uma cidade cheia de oportunidades latentes, de espaços vazios ou abandonados, à espera que algo aconteça. Estive recentemente no Porto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="630" height="366" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/04/Empreendedorismo-cidade.png" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="Empreendedorismo-cidade" title="Empreendedorismo-cidade" /></p><br /><p>Hoje dei com a notícia do lançamento deste curso e achei a coisa muito interessante. Acima de tudo porque pretende ensinar empreendedorismo tendo como objecto e espaço de trabalho a cidade de Lisboa.</p>
<p>Lisboa é uma cidade cheia de oportunidades latentes, de espaços vazios ou abandonados, à espera que algo aconteça. Estive recentemente no Porto e é incrivel ver como a Baixa se tem desenvolvido para lá do primeiro núcleo de &#8220;movida&#8221; que se gerou na Cedofeita e já contamina outros sítios. É tão agradável andar numa cidade assim. Encontrar lojas antigas transformadas em espaços de venda e ateliers criativos, em bares e restaurantes, ao lado de lojas tradicionais que se mantiveram e que agora ganham novos clientes, logo seguidos de talhos e mercearias a dar cor e a não deixarem que as coisas se fiquem apenas pelo lazer.</p>
<p>E Lisboa? Não temos a Estefânia e o Chile, centro da cidade, em ponto rebuçado? As Avenidas Novas totalmente ao abandono? Alcântara? Alfama? Castelo? Tanta loja abandonada e tanto negócio que se pode inventar.</p>
<p>Empreenda-se! Pim! Revitalize-se e reutilize-se!</p>
<p>Sobre o dito <a href="www.etic.pt/files/Empreendedorismo.pdf" target="_blank">curso</a>, é pena que seja tão caro senão tinham-me lá.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Urbanized</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 18:12:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="630" height="377" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/urbanized.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="urbanized" title="urbanized" /></p><br />O Urbanized foi um dos primeiros projectos que decidi apoiar através do Kickstarter e agora que vi o filme não me arrependo nada de o ter feito. Fiquei mesmo a pensar organizar um visionamento público para quem se interessa pelos temas do urbanismo e pelos desafios que as cidades nos apresentam aos dias de hoje. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="630" height="377" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/urbanized.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="urbanized" title="urbanized" /></p><br /><p>O <a href="http://urbanizedfilm.com/" target="_blank">Urbanized</a> foi um dos primeiros projectos que decidi apoiar através do <a href="http://www.kickstarter.com/" target="_blank">Kickstarter</a> e agora que vi o filme não me arrependo nada de o ter feito. Fiquei mesmo a pensar organizar um visionamento público para quem se interessa pelos temas do urbanismo e pelos desafios que as cidades nos apresentam aos dias de hoje.</p>
<p>É também um filme a oferecer a muitos autarcas e urbanistas e arquitectos que continuam a tomar decisões sem tomarem em conta a experiência ou os desejos dos habitantes, sem os envolverem devidamente, com medo das ideias e opiniões que daí possam vir.</p>
<p>Está na altura de devolver as cidades aos seus habitantes e de as preparar para a necessidade de mudarmos de vida, para uma vida menos dependente dos carros e das fontes de energia necessárias para os porem a mexer, de revitalizarmos os bairros e a vida comunitária&#8230; e com tanta matéria prima a ficar disponível é uma parvoíce não a aproveitarmos.</p>
<p>Enquanto não organizar o tal visionamento podem alugar o filme via <a href="http://itunes.apple.com/us/movie/urbanized/id481863360" target="_blank">iTunes</a> e depois dizer coisas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Grandes bigodes</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 23:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="630" height="377" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/Gestao-Criatividade-IADE.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="Gestao-Criatividade-IADE" title="Gestao-Criatividade-IADE" /></p><br />Ainda não percebi se gosto mais de ser aluno ou ser professor, mas como já muita gente disse por aí, ensinar também é aprender e é um desafio porque de repente nos obriga a sistematizar conhecimento, a enquadrá-lo, a dar-lhe contexto e ao mesmo tempo a fazer algumas sínteses que na correria dos dias nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="630" height="377" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/Gestao-Criatividade-IADE.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="Gestao-Criatividade-IADE" title="Gestao-Criatividade-IADE" /></p><br /><p>Ainda não percebi se gosto mais de ser aluno ou ser professor, mas como já muita gente disse por aí, ensinar também é aprender e é um desafio porque de repente nos obriga a sistematizar conhecimento, a enquadrá-lo, a dar-lhe contexto e ao mesmo tempo a fazer algumas sínteses que na correria dos dias nem sempre são possíveis.</p>
<p>Esta foi a turma da segunda edição da <a href="http://www.iade.pt/pt/cursos/p%C3%B3s-gradua%C3%A7%C3%B5es-/gest%C3%A3o-da-criatividade-e-do-design-para-a-inova%C3%A7%C3%A3o-empresarial.aspx" target="_blank">Pós-Graduação de Gestão da Criatividade e do Design para a Inovação Empresarial</a> (ufa) a quem fui apresentar os conceitos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Transmedia_storytelling" target="_blank">Transmedia Storytelling</a> e não só. Assumindo a cultura de convergência lancei as pontes com conceitos que normalmente se deixam de fora: user experience, social media, SEO, conteúdos, digital, analógico &#8230; ah, e tecnologia.</p>
<p>E porque é que estão todas, e o Moisés, de bigode? É uma longa história ou a boa resposta ao desafio lançado durante as aulas e que se concretizou numa ideia que até pode vir a dar um bom negócio&#8230; ou dois. Afinal é esse o objectivo da pós-graduação: inovar e empreender.</p>
<p>A minha parte está para já terminada mas vou ficar de olho nestes bigodes porque até final do ano suspeito que nos vão dar boas surpresas. <img src='http://www.createnotion.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estrada para as praias da Costa 1970? Não! Ontem!</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 21:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="630" height="377" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/estrada_costa.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="estrada_costa" title="estrada_costa" /></p><br />Confesso que não sou um fã da Costa da Caparica. Nem da urbe (?) nem das praias e muito menos da forma desordenada como aquele território de elevado potencial turístico é mal tratado. Não vou pôr-me a falar dos grandes investimentos que ficaram no papel ou engavetados, mas sim de pequenas acções capazes de mudar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="630" height="377" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/estrada_costa.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="estrada_costa" title="estrada_costa" /></p><br /><p>Confesso que não sou um fã da Costa da Caparica. Nem da urbe (?) nem das praias e muito menos da forma desordenada como aquele território de elevado potencial turístico é mal tratado.</p>
<p>Não vou pôr-me a falar dos grandes investimentos que ficaram no papel ou engavetados, mas sim de pequenas acções capazes de mudar a nossa experiência e percepção.</p>
<p>Faz-me confusão chegar à Costa e desembocar num cruzamento martirizante que podia ser uma rotunda, para depois entrar numa avenida que tem rotundas de 100 em 100 metros.</p>
<p>Faz-me confusão que a estrada de acesso às praias se mantenha como em 1970: sem bermas, de faixas mínimas, ladeadas por bairros degradados e apresentando ao turista o pior postal de sempre. Vamos a caminho da praia ou das favelas? Nunca sei. Claro que fazer esta estrada de bicicleta, como o senhor na fotografia, deve ser um susto constante.</p>
<p>Faz-me confusão que o acesso a cada uma das praias seja uma estrada miserável, cheia de buracos e pedras e pó, que desembocam em estacionamentos manhosos, desordenados, caóticos. Se formos à Praia do Meco, por comparação de proximidade, temos isto tudo resolvido e com investimentos mínimos do ponto de vista das estruturas.</p>
<p>Faz-me confusão que tenham criado paragens de autocarro a meio de vias rápidas e ver pessoas a atravessarem troços de estrada onde o condutor já assume que não vai encontrar peões.</p>
<p>Faz-me confusão que aquilo seja um caos urbanístico, semi-barracas, semi-construção-clandestina, semi-casas, semi-tudo.</p>
<p>Afinal a Costa não é nada, é um atentado, é uma coisa a armar ao fino nuns sítios mas favela no outro. Depois de aterrarmos na praia até nos esquecemos da fealdade a que fomos sujeitos, mas como no regresso temos que passar pelo mesmo, suspiramos e perguntamo-nos como é possivel.</p>
<p>Não acredito que os habitantes da Costa tenham tão mau gosto e gostem das coisas como estão. Não acredito que não ambicionem um território melhor, mais bem cuidado, onde as pessoas se sintam bem do principio ao fim, sejam visitantes sejam os próprios habitantes.</p>
<p>Aquilo que deu origem a uma utopia de <a href="http://arquiforma.blogspot.com/2009/10/utopia-de-cassiano-branco.html" target="_blank">Cassiano Branco</a> não deve viver bem com este destino.</p>
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		<title>Pagar apenas o caminho percorrido</title>
		<link>http://www.createnotion.com/2012/03/07/pagar-apenas-o-caminho-percorrido/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 23:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="630" height="411" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/ignite-herlander.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="ignite-herlander" title="ignite-herlander" /></p><br />Hoje foi noite de Ignite e tenho mesmo que partilhar connvosco aquela que foi a ideia da noite. Mesmo que já alguém a tivesse pensado, ainda não a tinha visto posta assim de forma tão simples e a dar ideias para tantas evoluções possiveis. Depois de algumas apresentações a falar da necessidade de mudança um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="630" height="411" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/ignite-herlander.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="ignite-herlander" title="ignite-herlander" /></p><br /><p>Hoje foi noite de <a href="http://igniteportugal.clix.pt/2012/03/18-ignite-portugal-lisboa-programa.html" target="_blank">Ignite</a> e tenho mesmo que partilhar connvosco aquela que foi a ideia da noite. Mesmo que já alguém a tivesse pensado, ainda não a tinha visto posta assim de forma tão simples e a dar ideias para tantas evoluções possiveis.</p>
<p>Depois de algumas apresentações a falar da necessidade de mudança um bocado a chover no molhado (sim, yá precisamos de mudar mas por onde a malta precisa de caminhos de acção e sobre isto recomendo, outra vez, a leitura do <a href="http://www.activemedia.pt/blog/reflexoes/switch-o-livro-do-momento/" target="_blank">Switch</a>), chega o Herlander com uma ideia fantástica e cheia de sumo.</p>
<p>E se pagássemos os transportes públicos apenas pelo caminho percorrido? Porque justifica ele que algumas pessoas andam muito pouco e outras andam muito e pagamos todos o mesmo. E se calhar isso não é muito justo ou não incentiva devidamente o uso do transportes públicos.</p>
<p>A ideia vinha completa, baseada num sistema de taxação pelo número de &#8220;paragens&#8221; usadas e packs de preços e tudo. E nas vantagens apareciam as questões de saúde pública. Ter que andar a pé para poupar algumas paragens seria certamente uma coisa boa.</p>
<p>Reconheço uma grande ideia quando ela me faz nascer outras ideias. E se eu pudesse ganhar paragens de transportes públicos por andar paragens a pé? Ou por andar de bicicleta? E se eu ligasse o consumo de paragens com o uso do carro particular? Com as emissões de CO2 associadas ao meu carro dentro da cidade terem de ser compensadas pelo uso de transportes públicos?</p>
<p>Se pensarmos na componente tecnológica, esta questão resolve-se em 3 tempos. Nas questões do preço, idem. Naturalmente complicamos o modelo de exploração baseado numa taxa única quando o passamos para este tipo de variáveis.</p>
<p>Mas uma coisa é certa, isto é uma ideia de mudança que de forma subtil introduziria mudanças no pensamento e no comportamento das pessoas perante os transportes públicos e a mobilidade na cidade.</p>
<p>Gostei! Foi o virus da noite.</p>
<p>photo <a href="https://twitter.com/#!/search/igniteportugal/slideshow/photos?url=http%3A%2F%2Finstagr.am%2Fp%2FH4cDHbHiJF" target="_blank">gentilmente roubada</a> ao @retorta</p>
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		<title>Um manifesto de vida</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 22:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="630" height="379" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/um-manifesto.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="um-manifesto" title="um-manifesto" /></p><br />Andava para aqui a limpar coisas e fui parar a este manifesto&#8230; outra vez&#8230; talvez porque hoje me sento a pensar no tempo que me foge entre os dedos e na maior parte das vezes a culpa é toda minha. Tantas vezes que me deito com a sensação de que podia ter feito mais, aproveitado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="630" height="379" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/03/um-manifesto.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="um-manifesto" title="um-manifesto" /></p><br /><p>Andava para aqui a limpar coisas e fui parar a este <a href="http://shop.holstee.com/pages/about" target="_blank">manifesto</a>&#8230; outra vez&#8230; talvez porque hoje me sento a pensar no tempo que me foge entre os dedos e na maior parte das vezes a culpa é toda minha.</p>
<p>Tantas vezes que me deito com a sensação de que podia ter feito mais, aproveitado melhor, rentabilizado e optimizado, tornado absolutamente produtivo este bem cada vez mais escasso&#8230; o tempo. E tenho que me começar a convencer que a tão prometida reforma não vai chegar para despachar tudo o que fica por fazer. Irra!</p>
<p>Ontem peguei num livro com uma citação interessante&#8230;</p>
<blockquote><p> &#8221;Nothing is more important than an unread library&#8221;</p>
<p>John Waters, filmmaker</p></blockquote>
<p>Talvez mais um que disse aquilo só para se sentir menos culpado com o acumulado na estante&#8230; e agora com os formatos electrónicos nem queiram saber os que se acumulam na nuvem à espera&#8230; que chova talvez, e como a chuva tarda, assim tardam tantas outras coisas.</p>
<p>E o que é isto? Um desabafo apenas, nada mais do que isso, ou talvez seja mais do que isso.</p>
<p>Ou talvez apenas me apeteça ouvir o som dormente das teclas debaixo dos dedos e ver as letras a desfilarem no ecrã numa imagem que se quer poética. Juntem-lhe um copo de whiskey, os cigarros acesos, a noite escura, o jazz de fundo e ela que me entra pela sala adentro envolta em mistério e a enredar-me em armadilhas sem fim que acabarão comigo deitado numa cama&#8230; nem sempre pelos bons motivos.</p>
<p>Pelo rumo que a coisa toma teria que trocar o som das teclas pelo clássico ruido da máquina de escrever. Haverá uma app para isso? Acredito que sim. Se não há faz-se já a seguir.</p>
<p>Escrever&#8230; outra das actividades perdidas na areia da ampulheta&#8230; provavelmente devia mesmo comprar a máquina de escrever no Cashconverters (para juntar ao laboratório de preto-e-branco) e espero que não apareça por lá um contrabaixo em bom estado:</p>
<blockquote><p>&#8220;Contra-escrita em baixo-contraste&#8221;</p></blockquote>
<p>dá um bom título certamente&#8230; de algo, ou se fosse brasileiro&#8230; de um filho talvez.</p>
<p>Falta-me também um tema para este ano&#8230; ou não consigo definir entre qual deles seja mais interessante, o que é certo é que se misturam todos&#8230; e assim é que ficam bonitos.</p>
<p>Não me falta mais nada&#8230; apenas dizer que este artigo foi escrito pelo autor com as letras e palavras que aprendeu. Se alguma deles estiver ilegal, multem-na. Não a mim. Se alguma estiver errada, façam uma festa&#8230; do erro nascem sempre coisas boas e com tanta asneira à nossa volta porque é que me hei-de importar com um erro ortofotomapa?</p>
<p>Não me importo&#8230; porque o que é correto é exportar-me, para equilibrar a balança de pagamentos.</p>
<p>Exporto-me então, com a promessa de que vou acabar um livro e desejos de uma boa vida.</p>
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		<title>Infinite sadness</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 10:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="630" height="473" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/02/DSC03112.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="DSC03112" title="DSC03112" /></p><br />E assim se foram os últimos avós. A avó foi hoje. Tiveram a alegria de conhecerem bisnetos, o que só veio acrescentar valor a uma vida cheia de amor e amizade entre eles e para os outros, e à minha&#8230; essa nem se fala. Vou morrer de saudades! &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="630" height="473" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2012/02/DSC03112.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="DSC03112" title="DSC03112" /></p><br /><p>E assim se foram os últimos avós. A avó foi hoje. Tiveram a alegria de conhecerem bisnetos, o que só veio acrescentar valor a uma vida cheia de amor e amizade entre eles e para os outros, e à minha&#8230; essa nem se fala.</p>
<p>Vou morrer de saudades! <img src='http://www.createnotion.com/wp-includes/images/smilies/icon_neutral.gif' alt=':|' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Saloio-Chique</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 23:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<category><![CDATA[pensão amor]]></category>
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		<category><![CDATA[saloio-chique]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="640" height="446" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/12/pensao-amor.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="pensao-amor" title="pensao-amor" /></p><br />Desde há uns tempos que assistimos a uma das tendências mais interessantes na construção de novos espaços de lazer: a reutilização de produtos antigos, quase em estado de irem parar ao lixo, e a sua ascensão ao estado de objectos de culto dentro dum determinado contexto. Já não se trata apenas de ter peças antigas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="640" height="446" src="http://www.createnotion.com/wp-content/uploads/2011/12/pensao-amor.jpg" class="attachment-featured-image wp-post-image" alt="pensao-amor" title="pensao-amor" /></p><br /><p>Desde há uns tempos que assistimos a uma das tendências mais interessantes na construção de novos espaços de lazer: a reutilização de produtos antigos, quase em estado de irem parar ao lixo, e a sua ascensão ao estado de objectos de culto dentro dum determinado contexto.</p>
<p>Já não se trata apenas de ter peças antigas como elementos decorativos, agora são objectos de uso efectivo: os pratos velhos chegam à mesa para nos servirmos.</p>
<p>É a verdadeira explosão da reutilização e eu resolvi chamar-lhe saloio-chique.</p>
<p>Para os mais jovens aquilo é altamente. Para mim, que vivi no meio das peças, é divertido e contraditório ao mesmo tempo, porque me lembro de termos odiado aquelas coisas velhas e de termos querido coisas novas e modernas para nos alegrarem a vida. Tivessem andado de calças à boca de sino a ver se achavam alguma graça ao revivalismo.</p>
<p>Ultimamente tenho ganho o direito a algumas noites mais livres e tenho descoberto as novas pérolas da capital: a nova vida do Cais do Sodré,  os bares de putas transformados em cabarets, ateliers criativos e etc, uma velha loja de artigos de pesca transformada em bar sem que nenhuma das prateleiras e dos produtos anteriormente expostos tivesse sido removido.</p>
<p>É trend, é fashion, é chique e é espectacular ver como um espaço pode ter um uso tão distante do original, acrescentando valor à nova oferta. Tenho que perguntar ali à antropóloga se isto tem nome&#8230; mas para mim, volto a dizer&#8230; é saloio-chique!</p>
<p>A tendência da redescoberta do antigo como forma de recuperarmos os valores da tradição em busca de chão mais sólido para pisar já é conhecida e está assumida, mas agora vejo-a a ganhar outros contornos que acho mais interessantes pelo potencial de recuperação dos núcleos urbanos. E as nossas cidades têm condições únicas para o fazerem. Aproveitem-se!</p>
<p><em>foto gentilmente gamada ao <a href="http://www.freshlandmag.com/2011/12/09/pensao-amor/" target="_blank">Freshland</a></em></p>
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